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Polícia Civil alerta população sobre perseguidores

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A perseguição, ou stalking, é uma nova modalidade de crime em todo o Brasil. A Polícia Civil do Paraná alerta a população para que se informe sobre essa violação de liberdade e denuncie de imediato, caso identifique um perseguidor. A Lei entrou em vigor no dia 1º de abril e prevê pena de reclusão de seis meses a dois anos e multa ao perseguidor, podendo aumentar se o crime for cometido contra crianças, adolescentes, idosos ou mulheres, ou caso o suspeito use armas de fogo. A pena também é ampliada se duas pessoas ou mais praticarem o crime contra uma mesma vítima. No Paraná, de janeiro a março, antes da aprovação desta lei, houve 50 ocorrências que poderiam ter sido registradas pela autoridade policial como perseguição, se o crime já estivesse definido em lei. Desde que entrou em vigor, foram registrados 2.113 casos, de abril a setembro, sendo 300 somente no primeiro mês. De acordo com o delegado-chefe do Nuciber, Núcleo de Combate aos Cibercrimes, José Barreto, o stalker é alguém que persegue outra pessoa constantemente e por qualquer meio, de modo a ameaçar a integridade dela.


A delegada adjunta da Delegacia da Mulher de Curitiba, Emanuele Maria de Oliveira Siqueira, conta que uma parcela significativa das ocorrências de perseguição está atrelada à violência doméstica e, por isso, a mulher acaba sendo a maior vítima.

Emanuele de Oliveira Siqueira também explica que antes da criação da lei de stalking este tipo de ocorrência era registrado como outros crimes ou transgressões.

Três dias depois de a lei de criminalização da perseguição entrar em vigor no país, a Polícia Civil prendeu em flagrante um homem, de 39 anos, suspeito de praticar o cyberstalking contra uma mulher em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba. De acordo com as informações, a Polícia Civil chegou ao suspeito após uma denúncia da vítima, uma mulher de 26 anos, que afirmou que o homem estaria usando imagens íntimas dela para ameaçá-la e persegui-la.

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