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Salário mínimo já perdeu mais de R$ 60 em poder de compra este ano

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AGÊNCIA REBOUÇAS- Rua: José Afonso Vieira Lopes, 303 - Centro, Tel (42) 3457-1100

Brasileiro está gastando mais e consumindo menos.  

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o INPC, que mede a inflação para a camada mais pobre da população, acumula alta de 5,9% desde janeiro.  

Já é mais do que a inflação registrada ao longo de todo ano passado, por exemplo, quando o INPC acumulou alta de 5,5%.  

O INPC analisa o custo de vida para famílias com renda até cinco salários mínimos – a camada mais pobre da população. São as pessoas gastam praticamente todo o rendimento em itens de alimentação, em medicamentos e em transporte, por exemplo. 

Por isso, a variação de preços em itens básicos, preços da cesta básica e nos combustíveis, impacta fortemente o indicador.  

E a inflação, você sabe, interfere diretamente no poder de compra das pessoas.  

Segundo o Dieese, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos , a alta acumulada no INPC, já representa uma que de 62 reais no poder de compra do salário mínimo. Na prática, significa que o salário mínimo de mil e 100 reais, vale, na verdade, R$ 1.038 

Em outras palavras, o trabalhador precisa gastar todo o salário de mil e 100 reais para uma compra que, no começo do ano, lhe custaria R$ 1.038 – 62 reais a menos.  

Os principais vilões da inflação este ano tem sido a energia, o gás e os combustíveis.  

No supermercado, os itens que mais pesam no carrinho hoje, comparando com os preços praticados no começo do ano, são as carnes, que já estão mais de 8% mais caras, o frango, que encareceu 11% desde janeiro, a margarina e o café, com altas de 15 e 17%, respectivamente.

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