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RIO AZUL – Saúde alerta para aumento de casos por síndromes respiratórias

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AGÊNCIA REBOUÇAS- Rua: José Afonso Vieira Lopes, 303 - Centro, Tel (42) 3457-1100

De acordo com dados Epidemiológicos do município de Rio Azul, somente no mês de maio, até o  dia 24 , foram 23 internamentos por síndromes respiratórias graves, deste 12 tiveram sua identificação viral. Sendo:

  • Adenovirus
  • Rinovírus
  • Sars cov2
  • Vírus Sincicial Respiratório
  •  Influenza do tipo A = H1N1.

Totalizando 12 casos, correspondente a 52,17% dos casos Identificados. Os demais casos, não foram conseguido via laboratorial, a identificação do agente etiológico dos casos.

Todos casos tinham como principais sintomas, desconforto Respiratório, tosse, dispneia, mal estar, fadiga, febre e saturação abaixo de 90%.

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A secretária de Saúde, Cristiana Schvaidak lembra que a  influenza ocorre durante todo o ano, mas é mais frequente no outono e no inverno, quando as temperaturas caem. “Algumas pessoas, como idosos, crianças, gestantes e pessoas com alguma comorbidade, possuem um risco maior de desenvolver complicações devido à influenza. A melhor maneira de se prevenir contra a doença é vacinar-se anualmente”, lembra a secretária.

Infecção aguda das vias aéreas que cursa com quadro febril (temperatura ≥37,8°C), com a curva térmica usualmente declinando após dois ou três dias e normalizando em torno do sexto dia de evolução. A febre geralmente é mais elevada, persistente e prolongada em crianças.

O diagnóstico clínico é caracterizado por febre com sinal(is) de comprometimento de vias aéreas superiores e com pelo menos um sinal de comprometimento sistêmico.

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Os sinais e sintomas são habitualmente de aparecimento súbito, como:

  • Comprometimento de vias aéreas superiores: rinorreia, dor de garganta, disfonia (rouquidão) e tosse.
  • Comprometimento sistêmico: mal-estar, calafrios, cefaleia e mialgia.

As queixas respiratórias tornam-se mais evidentes com a progressão da doença e mantêm-se, em geral, por três a quatro dias após o desaparecimento da febre.

A rouquidão e a linfadenopatia cervical são mais comuns em crianças. A tosse, a fadiga e o mal-estar frequentemente persistem pelo período de uma a duas semanas e raramente podem perdurar por mais de seis semanas.

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Medidas de prevenção gerais

– Vacinação anual contra a influenza, uma vez que a vacina é a intervenção mais importante para evitar casos graves e mortes pela doença.

– Vacinação contra a COVID-19 conforme Plano Nacional de Vacinação.

– Intensificar as medidas que evitam a transmissão dos vírus respiratórios:

  • Frequente higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento.

No caso de não haver disponibilidade de água e sabão, usar álcool gel a 70%.

  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal.
  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir.
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca.
  • Higienizar as mãos após tossir ou espirrar.
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas.
  • Manter os ambientes bem ventilados.
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de Síndrome Gripal.
  • Evitar sair de casa em período de transmissão da doença.
  • Evitar aglomerações e ambientes fechados (procurar manter os ambientes ventilados).
  • Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.
  • Orientar o afastamento temporário (trabalho, escola etc.) até 24 horas após cessar os sintomas.
  • Buscar atendimento médico em caso de sinais e sintomas compatíveis com a doença, tais com: aparecimento súbito de: calafrios, mal-estar, cefaleia, mialgia, dor de garganta, artralgia, prostração, rinorreia e tosse seca.

Podem ainda estar presentes: diarreia, vômito, fadiga, rouquidão e hiperemia conjuntival.

 

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