Home Saúde REBOUÇAS- Tania Selhorst lembra que hoje (29), é dia Mundial do AVC, segunda doença que mais mata no Brasil

REBOUÇAS- Tania Selhorst lembra que hoje (29), é dia Mundial do AVC, segunda doença que mais mata no Brasil

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Todos os anos cerca de 100 mil pessoas perdem a vida por causa do acidente vascular cerebral, segundo dados do Ministério da Saúde. Essa doença silenciosa é a segunda causa de morte no país, ficando atrás apenas das doenças cardíacas. Mesmo com a frequência de acometimento maior em pessoas acima de 60 anos, com as mudanças da rotina, o AVC vem sendo observado em adultos com média de idade de 45 anos.

Pesquisa feita pela Organização Mundial de Derrames (WSO) apontou que os atendimentos a casos de AVC diminuíram em 60% durante os primeiros meses da pandemia do novo Coronavírus. A redução da quantidade de atendimentos se deveu principalmente pelo medo de contágio pela COVID-19.

Tania Selhorst, secretária municipal de Saúde

“Normalmente, a pessoa sente fraqueza súbita em um lado do corpo, dificuldade para falar e em muitos casos a perda de visão.  Além disso, outros sintomas comuns são perda de coordenação e equilíbrio, boca torta e dor de cabeça que se inicia de forma súbita e já de forte intensidade. Quanto mais rápido for realizado o tratamento, maiores são as chances de recuperação completa e menores os riscos de sequelas” lembra Tania Selhorst, secretária de Saúde de Rebouças.

A paralisia causada pelo acidente vascular cerebral ocorre pela interrupção de fluxo sanguíneo para o cérebro, seja por entupimento ou rompimento dos vasos. E sem suprimento de sangue, parte do cérebro sofre isquemia e deixa de funcionar. O AVC isquêmico, tipo mais comum e que acomete cerca de 85% dos pacientes, ocorre quando há redução do fluxo sanguíneo em uma artéria cerebral por oclusão do vaso por um trombo/coágulo. Já o AVC hemorrágico ocorre por rompimento de uma artéria do cérebro, por exemplo, por uma rotura de aneurisma e acontece com menos frequência.

Tania frisa que hoje, 90% dos casos de AVC estão ligados aos hábitos cotidianos que poderiam ser modificados, de acordo com a Academia Brasileira de Neurologia. Entre eles: evitar o consumo de álcool, parar de fumar, praticar atividade física, manter dieta saudável, realizar o check up de rotina e controlar a pressão arterial.

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