Home Saúde REBOUÇAS – Falta de médicos é um problema regional, afirma a secretária de Saúde

REBOUÇAS – Falta de médicos é um problema regional, afirma a secretária de Saúde

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Ao comentar sobre a atual falta de maior número de médicos, para dar atendimento à população, no setor de Saúde municipal; a secretária responsável pela pasta, Tânia Selhorst lembrou que esse não é um problema apenas de Rebouças. Mas algo recorrente em grande parte dos municípios de pequeno porte.

“Essa dificuldade com a falta de médicos, na região, vem desde o início da pandemia; o que agravou ainda mais a situação em todas a s regiões. Isso porque até mesmo nos grandes centros, houve a falta desse tipo de profissional devido à grande demanda”, comenta Tania.

De acordo com ela, há uma dificuldade bastante grande até mesmo para se conseguir que médicos se cadastrem no Programa Mais Médicos.

“Já foram realizados dois ou três editais para cadastramento, mas não há interessados”, pontua a secretária. “Recentemente tínhamos dois, que haviam se cadastrado com o nosso município; mas foram chamados para atuar em outros municípios onde prestaram concurso”, informa a secretária.

Fora isso, há ainda questões como especialização profissional em grandes centros, outros acabam não se adaptando em municípios pequenos, enfim, é uma constante busca por esse tipo de profissional.

“Claro, esse tipo de situação dificulta o nosso trabalho também, porque é muita rotatividade de profissionais. Para nós seria interessante, claro, que viessem médicos, e ficassem”, comenta Tania.

Atualmente o município conta com atendimento médico  no ambulatório, e uma médica que presta atendimento na região de Marmeleiro; mas mesmo assim ainda é insuficiente para atender toda a demanda.

“Mas a falta constante desse tipo de profissional realmente não é um problema exclusivo de Rebouças, e sim de todos os municípios aqui da nossa região. O que pedimos à população é um pouco de paciência e compreensão pois, nós continuamos na busca de mais profissionais, e o município tem três empresas contratadas para prestar atendimento com esse tipo de profissional. Além disso temos o convênio com o Consórcio Intermunicipal de Saúde, que também está na busca desses profissionais para nos auxiliar na prestação de atendimento. Temos as equipes de estratégia de saúde de família – composta por médico, pelo enfermeiro e técnico de enfermagem ou pelos ACSs, por odontólogos de saúde bucal. Pois quando falamos em prevenção, não necessariamente tem que ser o médico para fazer o primeiro atendimento. O que nós precisamos lá dentro é da equipe. Que ela acolha todos que precisam ir à unidade; e olhem o que aquela pessoa está necessitando naquele momento. Porque às vezes o usuário não está precisando do médico, mas sim de uma orientação. E esse atendimento nós estamos mantendo. Além do atendimento médico no ambulatório na área urbana, na unidade de Marmeleiro, e havendo necessidade, fazemos o encaminhamento para o hospital; onde o município tem a contratação de serviços”, comenta a secretária.

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De acordo com ela, as equipes de enfermagem, dentro dos protocolos; estão aptas em solicitar testes rápidos, orientações e, havendo necessidade, fazer os devidos encaminhamentos em casos de urgência.

A secretária adianta de que há expectativa de que no início do próximo ano ocorra o lançamento de edital para concurso nessa área, justamente para atrair, e fixar médicos no município.

“Veja, o município não paga mal. E ainda existem situações, como exemplo, no programa Mais Médicos, onde além do profissional receber pelo Ministério da Saúde; o município ainda dá mais um incentivo financeiro. Mas mesmo assim, geralmente havendo oportunidade, os profissionais médicos preferem fixar suas atividades em grandes centros”, conclui Tânia.

 

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