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REBOUÇAS – A fé nos faz suportar a perda de um ente tão querido

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Pe. Alcione preside a missa de corpo presente de sua própria mãe
Quando perdemos alguém, sentimos um vazio e uma dor imensa. Quando se perde uma mãe, essa é uma das dores mais difíceis a serem suportadas, independentemente da idade ou fase na qual o filho está.
Mas há algo que nos conforta e nos ergue naqueles momentos que imaginamos que não iremos aguentar. A fé tem esse poder!
O Senhor Jesus Cristo nunca está indiferente ao nosso sofrimento, mas nele nós encontraremos paz e consolo para aliviar as tribulações que passamos nessa vida.
E, essa fé deu forças suficientes para o padre Alcione Zanin (que inúmeras vezes celebrou missa de corpo presente de vários fiéis) no dia 23 de fevereiro, às 9h, na Igreja Matriz Senhor Bom Jesus, amparado pelo bispo da Diocese de União da Vitória, Dom Walter Jorge Pinto, e de vários padres, familiares e amigos; celebrou a missa de corpo presente de sua própria mãe, Albina Pabis Zanin, falecida neste último dia 22 de fevereiro; tendo a mesma 88 anos de idade.
É imensurável tentar sentir a dor pela perda de um ente querido, ainda mais de uma mãe! É uma dor que avassala a alma. Mas Deus sempre nos dá força para suportar esses momentos.
Pois a fé católica nos ensina que, a vida não é tirada, mas transformada. Com isso, a mensagem é de que a morte é a passagem para a ressurreição.
Logo, temos a certeza de que a morte não é o fim, mas o caminho para a morada que Jesus Cristo tem preparado para cada um de nós.
A fé, o acreditar que essa “separação é apenas temporária”, nos faz continuar. Pois aqui é apenas uma passagem, para que possamos chegar a vida eterna. (Clayton Burgath)
Albina Pabis Zanin, nasceu em 07 de outubro de 1935. Era filha de Helena e Luis Pabis. Casou-se com Silvio Zanin, e dessa união tiveram os filhos: Janete, Silvia, Narciso, Ildefonso (in memória), Mario César, Alcione (hoje sacerdote) e Josélia.
Albina viu sua família crescer e teve 12 netos e 04 bisnetos.
Albina marcou sua longa existência pela dedicação à família, ao trabalho e a vivência da fé. Atuou como professora durante 30 anos, predominantemente no Grupo Escolar Professor Júlio César, atual Colégio Estadual Professor Júnio César.
Nessa missão, sua carreira foi marcanda fortemente como uma exímia afabetizadora. Foram muitos alunos por ela alfabetizados.
Hoje, se pudéssemos interrogar um a um, seríam unânimes em afirmar: Era uma excelente professora!
Paciência, serenidade e afeto foram suas grandes marcas. Quem conviveu com dona Albina sabe que ela nunca chegou ao trabalho trazendo preocupações de casa; inerentes as circunstâncias de mãe e esposa.
Apenas trazia estampado em seu rosto um soriso sereno, somado a vontade de ensinar, e o desejo de que todos aprendessem.
Mãe e avó amorosa, que deixará muitas boas lembranças, sobretudo a de que vale a pena lutar e perseverar na fé!
Devota assídua do Sagrado Coração de Jesus e Maria Santíssima, recebeu de Deus, a graça de ter filhos honestos, trabalhadores, dedicados; inclusive um sacerdote (Padre Alcione).
Hoje, neste tênue momento de despedida, o Apostolado da Oração agradece a Deus pela vida da dona Albina; quer como educadora, quer como mãe, avó, mulher, cidadã. Mas sobre tudo pela “fé” que testemunhou. Sempre viveu na humildade, na mansidão, sem nunca reclamar dos reveses da vida. Mostrando que a fé, o trabalho, o amor alicerçaram sua caminhada.
O Apostolado da Oração de Rebouças externa aos familiares, nossos mais profundos sentimentos de pêsames. Que o Sagrado Coração de jesus à receba, e dê o consolo aos que fizeram parte de sua vida.
Albina Pabis Zanin combateu o bom combate, guardou a fé! (Iara Krol)

 

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