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Paraná aguarda grande volume de vacinas em agosto, diz Romanelli

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O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) afirmou nesta quarta-feira, 28, que o Paraná aguarda o envio pelo Ministério da Saúde de uma grande quantidade de vacinas contra a covid-19 no mês de agosto. Para ele, isso é fundamental para agilizar a imunização da população e acelerar a retomada da normalidade.

No último dia, chegaram 531.250 doses e são esperadas mais 117.970 doses da Pfizer.“Temos informação da chegada de um grande volume de vacinas em agosto e esperamos que o Ministério da Saúde confirme este envio”, afirma Romanelli. “Agilizar a vacinação é fundamental para que a vida volte ao normal e para que haja a retomada da economia e do emprego”, avalia.

Romanelli registra que além dos obstáculos da pandemia, a economia do Paraná tem outros desafios a serem vencidos, como a crise hídrica e a quebra da safra agrícola. Além disso, salienta o deputado, a previsão do Estado é de um orçamento público deficitário para 2022, com receitas de R$ 48 bilhões e despesas de R$ 52 bilhões.

“Há uma soma de fatores que podem afetar a economia, que vão além da pandemia. Por isso, é importante que a imunização seja acelerada e possamos retomar a normalidade o mais cedo possível. O Paraná está preparado para acelerar a vacinação, basta que tenha imunizante disponível”, afirma Romanelli.

Para o deputado, é necessário manter todos os cuidados contra a infecção, mas a expectativa é de que o quadro mais grave da pandemia já tenha passado. “Espero que pelo menos até o Natal as famílias paranaenses possam se reunir para comemorar o fim da pandemia”, diz.

Pedágio é o tema mais importante do segundo semestre, aponta Romanelli

A discussão sobre a nova concessão de rodovias deve concentrar as atenções da Assembleia Legislativa no segundo semestre de 2021. A avaliação é do deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) em entrevista à rádio CBN de Curitiba nesta terça-feira, 27. “O tema mais importante que temos que votar no segundo semestre é a questão do pedágio”, afirmou.

O deputado explicou que um terço das rodovias incluídas no programa federal de concessões são estaduais e será necessário a aprovação de uma lei que permita a delegação dos trechos para a União. “O novo pedágio será um debate amplo”, disse Romanelli. “Temos que discutir bem esse tema para que o resultado seja bom para a população paranaense”.

“Nós queremos boa infraestrutura, desenvolvimento econômico e segurança viária”, disse o deputado. “Mas também queremos tarifas justas de pedágio e não queremos ser mais enganados por concessionárias que assumem compromissos, mas não realizam as obras”, pontuou. Romanelli lembra que as atuais concessionárias não estão fazendo nem obras do acordo de leniência assinado com o Ministério Público Federal (MPF).

Romanelli realçou que a Frente Parlamentar sobre os Pedágios aguarda a publicação da nova proposta de modelagem de licitação, em construção pelo Ministério da Infraestrutura e governo estadual, mas reforçou que os deputados seguirão defendendo um sistema de pedágio que reduza significativamente as tarifas e que tenha garantias reais da realização das obras.

VITÓRIA – Romanelli lembrou que a sociedade paranaense conseguiu uma grande vitória no primeiro semestre, com a rejeição do modelo híbrido e apontou a importância das audiências públicas realizadas pela frente criada pela Assembleia Legislativa. “A Assembleia, muito acertadamente e pela maioria dos seus membros, criou a Frente Parlamentar para discutir o fim das atuais concessões. Em razão da proposta apresentada, o foco acabou sendo o novo modelo”, explicou.

A avaliação de Romanelli é de que os encontros realizados em todas as regiões do Paraná, que mobilizaram a sociedade civil organizada e o setor produtivo, foram fundamentais para a mudança no modelo proposto pelo governo federal. “Prevaleceu o entendimento de que a licitação deve ocorrer pelo menor preço de tarifa, sem limite de desconto”, disse.

Romanelli enfatiza que ainda existem outras questões da concessão que precisam ser melhor debatidas. Ele cita o degrau tarifário após as obras de duplicação, que pode aumentar automaticamente em 40% as tarifas. Além disso, alertou para a preocupação sobre a localização das praças de cobrança, uma vez que há pontos em áreas consideradas urbanas e com grande fluxo regional.

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