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Natal e Réveillon: saiba como se prevenir contra a Covid-19 nas festas de final de ano

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Com a chegada do período de festas e confraternizações de final de ano, os encontros entre família e amigos geram maior exposição a Covid-19 e, dessa vez, a preocupação também está focada na nova variante Ômicron, que ainda pouco se sabe sobre.

Raphael Guimarães, pesquisador do Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz,  destacou sobre os cuidados para evitar a transmissão do vírus nesse período. Ele orienta que as comemorações sejam feitas com familiares ou pessoas íntimas, que fazem parte do seu convívio.

“O que a gente orienta é que elas podem, pelo menos, se cercar de cuidados para fazer isso de forma mais responsável. Então, se conseguirem fazer esses eventos principalmente com familiares, com pessoas do círculo mais íntimo, isso já diminui a chance de contaminação porque são menos pessoas e você tem algum controle sobre quem são elas. Você tem intimidade para perguntar se tomou a vacina ou não, se ela esteve doente, se ela está com algum sintoma.”

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Para Raphael, a vacina traz mais segurança para os brasileiros em relação à contaminação pelo vírus, mas ainda não é o momento para deixar os cuidados de lado.

“As pessoas precisam sempre ter em mente de que a vacina protege especialmente contra as formas graves e fatais, mas ela não vai impedir que você entre em contato com alguém doente e fique contaminado pelo vírus. Às vezes você se contamina e não fica doente, mas você serve como um veículo de transmissão. O alívio da vacina não pode dar às pessoas a sensação de que elas não precisam fazer mais absolutamente nada e que agora já está tudo bem.”

As crianças são as mais vulneráveis ao vírus, pois fazem parte do grupo que ainda não se vacinou. A Anvisa já aprovou o pedido da Pfizer para que sua vacina possa ser aplicada em crianças de 5 a 11 anos. Mas, a chegada do imunizante aos postos depende do calendário e logística do Plano Nacional de Imunização do Ministério da Saúde.

Raphael reconhece que não é fácil para uma criança seguir os protocolos de segurança, mas alerta que os pais precisam cuidar da saúde de seus filhos, enquanto aguardam a vacina.

“As medidas de proteção individual que valem para o adulto valem para criança. Então, a criança pode e deve usar máscara, pode e deve higienizar suas mãos. Os pais têm que estar muito presentes nesse momento, né? Não é tarefa fácil. A criança por natureza não faz isso. Mas, se as pessoas estão se propondo a estar nesses eventos, é importante que elas assumam a responsabilidade sobre seus filhos.”

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