Home Notícias Regionais Manter o Programa Municipal de Controle Populacional da População Canina e Felina de Rebouças já custou quase R$ 80 mil ao município, só em 2019

Manter o Programa Municipal de Controle Populacional da População Canina e Felina de Rebouças já custou quase R$ 80 mil ao município, só em 2019

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Está em vigência no município de Rebouças, a Lei Municipal 2026/2017, que trata-se  sobre a extinção gradativa do Canil Municipal. De acordo com Luciane Rodrigues Cardoso Herthel, Médica Veterinária da Secretaria Muncipal de Agricultura do município, a Lei aborda sobre a substituição da política de abrigo através do canil. “O município adotou um programa municipal de controle da população de animais e de outros apoios nesse sentido, com o que se busca a médio e longo prazo uma solução para o excesso de animais”, comenta a médica.
Desde seu o início do Programa, em setembro de 2016, até outubro de 2019, já foram:
– 317 animais castrados (cães e gatos/machos e fêmeas)
– Fêmeas – 245 Machos- 72
– Média – *2.450 filhotes (deixaram de nascer)
*considerando 2 crias por ano e 5 filhotes por cria.
“Somente em 2019 , foram 65 tratamentos junto a cães de rua doentes ou machucados. “Já as doações realizadas junto ao abrigo municipal , totalizaram 75 animais doados, desde 2017”, frisa a médica veterinária.
O Programa compreende ainda serviços de Castração; atendimento médico veterinário aos animais em risco(de rua/sem proprietário); abrigo Municipal(tratamento de animais em risco ou recolhimento de cães agressivos); doação – Abrigo e Feiras de adoção; e educação em Guarda Responsável(palestras, panfletos, orientações).
Contudo, de acordo com o secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Laercio Cipriano, manter o abrigo municipal, e o programa tem um custo relativamente elevado. Ele apresentou os dados:

Para a veterinária da Secretária de Agricultura, Luciane Herthel, essa conscientização é de suma importância para o sucesso da campanha, “não adianta a gente recolher esses cães de rua, fazer a castração, se a mentalidade da população não mudar. Por isso vamos às escolas, porque além da criança levar a mensagem para a vida, elas também repassam para os pais para que eles também se sensibilizem com a causa”, explica Luciane.
“Fazemos um pedido para que a população adote esses animais em situação de risco, já que isso tem que ser um trabalho conjunto entre população e governo”, relata o secretário Laercio. Ele aponta que as pessoas que queiram adotar devem procurar a Secretaria para maiores informações. “Pois, as ações para a diminuição dos animais nas ruas é responsabilidade de todos e a colaboração e o apoio da população é muito importante, para o bem estar da comunidade e dos animais”, conclui o secretário.

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