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Golpistas se passam por servidores do TJPR ao pedir pagamentos para liberar o depósito de precatórios

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Um novo golpe via mensagens de WhatsApp, tem preocupado as autoridades. Com a intenção de extorquir vítimas, estelionatários têm se passado por servidores do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) e exigido pagamentos para a liberação de precatórios. Conforme o TJ, entre os meios mais comuns para a aplicação do golpe estão as mensagens de texto e voz pelo WhatsApp e ligações telefônicas. A diretora do departamento de gestão de precatórios do Tribunal de Justiça do Paraná, Patrícia Caetano, detalha como tem agido os criminosos.

Essa modalidade de golpe tem se tornado comum em todo o estado, segundo o TJ. Por isso, o Tribunal alerta sobre a importância de que as vítimas procurem uma delegacia de polícia, para registrar o boletim de ocorrência, tão logo percebam o crime.

O Tribunal esclarece que não exige o pagamento de taxas via depósito em conta bancária, para a liberação de precatórios. O pagamento do imposto de renda, ou da contribuição previdenciária é exigido pelo TJ, conforme o caso, via guia de recolhimento própria, emitida pelo Tribunal, ou por um advogado. A diretora orienta que ao receber um pedido de depósito de valores, que a pessoa procure falar com o advogado que contratou para o processo.

A pessoa pode buscar, ainda, o atendimento pelos canais de atendimento do próprio Tribunal de Justiça do Paraná: pelo telefone 3200-2000, ou ainda, por meio do site tjpr.jus.br. No site do TJ é possível consultar, ainda, a ordem da lista de pagamentos de títulos precatórios em todo o estado.

O precatório é um crédito reconhecido a uma pessoa, após ter vencido uma ação judicial contra o Poder Público. Nas ações em que o Paraná foi derrotado, o Tribunal de Justiça do estado é quem organiza a fila de pagamento, que considera, dentre inúmeros critérios, a disponibilidade de recursos no orçamento, para o pagamento. Nos primeiros seis meses do ano, mais de 369 milhões de reais em precatórios foram pagos no Paraná.

Dados da Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) apontam que as tentativas de golpes bancários aumentaram significativamente durante a pandemia. A instituição aponta que são várias as modalidades de fraude utilizadas pelos estelionatários. Os golpes do falso funcionário e da falsa central telefônica, por exemplo, cresceram em 70%, segundo a federação.

Bandnews

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