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Rebouças – profissionais de Saúde informam a população sobre a Hanseníase

O Dia Estadual de Controle da Hanseníase no Paraná é lembrado no dia 26 de maio.
Em Rebouças, na segunda-feira, dia 27, profissionais de Saúde local estiveram na área central da cidade realizando trabalho de orientação e informação à população sobre a doença.
“A Hanseníase tem cura. O tratamento é oferecido gratuitamente pelo SUS e pode ser realizado em casa, com o apoio da família. Qualquer tipo de mancha dormente deve ser suspeita de hanseníase. Nesse caso, é importante que a pessoa vá a uma unidade de saúde para uma consulta”, explica Tania Selhort, secretária Municipal de Saúde de Rebouças.
A hanseníase é uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Mycobacterium leprae. Não é hereditária e sua evolução depende de características do sistema imunológico da pessoa que foi infectada.
A transmissão se dá pela convivência por um longo período com pessoas que são portadoras das formas contagiosas e não estão em tratamento. Nesses casos, a hanseníase pode demorar em média cinco anos para se manifestar. Por defesas naturais, mais de 90% da população não terá a doença, por mais que conviva com pessoas infectadas. Mesmo assim todos que tiverem contato com quem tem hanseníase devem ser examinados na Unidade de Saúde mais próxima.

 

A hanseníase afeta primordialmente a pele, mas pode afetar também os olhos, os nervos periféricos e, eventualmente, outros órgãos. O período de incubação é prolongado, e pode variar de dois a cinco anos para apresentar os primeiros sintomas da doença.

“É uma doença curável, mas se não tratada pode agravar o quadro, inclusive podem ocorrer deformações de membros. No Brasil o tratamento da enfermidade é gratuito e está disponível em todas as unidades de saúde do Estado”, frisa a secretária de Saúde.

SINTOMAS
O primeiro e principal sintoma é o aparecimento de manchas de cor parda, pouco visíveis e com limites imprecisos. Nas áreas afetadas, o paciente apresenta perda de sensibilidade térmica, perda de pelos e ausência de transpiração. Quando o nervo da região em que se manifestou a doença é lesionado, causa dormência e perda de tônus muscular na área.

O diagnóstico da hanseníase envolve a avaliação clínica do paciente, com aplicação de testes de sensibilidade, palpação de nervos, teste de força motora, entre outros. Se o profissional desconfiar de alguma mancha ou ferida no corpo do paciente, deve proceder exame clínico.

Sobre CLAYTON ARISTOCRATES MOLINARI BURGATH

Jornalista, Membro da Academia de Letras, Artes e Ciências do Centro-Sul do Paraná. Assessor de Imprensa e Comunicação

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